Na madrugada do sábado, 21, logo após a morte de Ágatha Félix, entre 10 e 20 policiais invadiram o hospital em que ela tinha sido internada e tentaram levar o projétil que a matara. A equipe de médicos e enfermeiros de plantão se recusou a entregar a bala que após a acusação foi encaminhada para a Polícia Civil.
Leia Mais
PMs do caso Agatha chegam para depor na Delegacia de Homicídios do RioCaso Agatha não pode ser usado para derrubar excludente de ilicitude, diz relatorA perícia feita na bala concluiu que não é possível compará-la com as armas dos PMs que estavam na favela. Foi encontrado apenas um fragmento deformado do projétil. Dos 11 policiais militares que estavam nas proximidades do local onde Ágatha foi morta, apenas dois aceitaram participar da reconstituição.
Na sexta-feira, 20 de setembro, a menina de 9 anos foi atingida dentro de uma Kombi no Complexo do Alemão. A PM diz que policiais trocaram tiros com bandidos.
*A estagiária está sob supervisão da subeditora Ellen Cristie. .