O preso suspeito de assassinar Aline Dantas, que saiu para comprar fraldas e foi encontrada morta três dias depois, com o corpo queimado, cuspiu na jornalista Elisângela Carreira, da TV Band, durante sua transferência da delegacia para o presídio. A jovem desapareceu no dia 8 de setembro, em Alumínio, no interior de São Paulo.
Segundo exames feitos pela polícia, existia material genético do suspeito embaixo das unhas de Aline. O que na investigação, aponta que ela tentou se defender durante as agressões. Além disso, ele seria o responsável por ter levado a jovem para uma área de matagal e tê-la matado. De acordo com a polícia, ele agiu sozinho.
O suspeito já tinha passagem pela polícia por uma tentativa de estupro, em 2012.
A TV Band e a jornalista não se manifestaram sobre o ocorrido.
*A estagiária está sob supervisão da subeditora Ellen Cristie.
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