Nesta segunda-feira a Polícia Civil realizou uma perícia na Kombi onde a menina Agatha Félix estava quando foi baleada, na sexta-feira, na comunidade Fazendinha, que fica no Complexo do Alemão, zona norte do Rio de Janeiro.
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Morte de menina no Rio cria embate sobre pacote anticrimePMs envolvidos em ação que matou Ágatha serão ouvidos no RioPersonalidades lamentam morte de menina Ágatha, no Rio de JaneiroFragmentos de bala foram encontrados quando o corpo da menina já estava no Instituto Médico Legal (IML). Além disso, um projétil foi retirado do corpo e a polícia informou que fará uma reconstituição do crime.
O motorista da Kombi participou da perícia, na Delegacia de Homicídios (DH-Capital), na Barra da Tijuca, para explicar o motivo pelo qual o veículo não tinha marcas de bala na lataria e sim no assoalho da mala e no banco traseiro. De acordo com o motorista, ele ajudava uma passageira a tirar objetos do carro quando o projétil atingiu o banco onde a menina estava sentada.
A morte de Ágatha causou comoção e gerou críticas à entidades públicas, como, por exemplo, ao governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC). A hashtag “A culpa é do Witzel” chegou a ser um dos assuntos mais comentados durante o sábado.
*A estagiária está sob supervisão da subeditora Ellen Cristie..