Os pagamentos foram feitos em dois contratos de locação de um veículo blindado cada um para uso do prefeito, sem motorista, mas com combustível incluso: R$ 16,3 mil no primeiro e R$ 8,2 mil no segundo.
A gestão Doria afirma que o prefeito tem usado seu carro particular para trabalhar, conforme prometido ainda em 2016, mas que para cumprir o protocolo de segurança do chefe de executivo, precisou manter o aluguel de um carro blindado reserva, que pode ser usado em alguns deslocamentos dele. O segundo contrato de locação de automóvel não será renovado, segundo a gestão.
Os dados constam da relação de compras e serviços efetuados em janeiro deste ano pelos gabinetes do prefeito e do secretário municipal de Governo, Julio Semeghini. Também foram gastos R$ 328 mil com aluguel de 12 veículos com motorista e combustível para uso de ambos os gabinetes.
Na semana passada, a gestão Doria publicou decreto determinando que os serviços de transporte de pessoal na Prefeitura sejam feitos por aplicativos, sejam carros tipo Uber ou Cabify ou táxis chamados pelos apps.
A medida, porém, não tem efeito imediato. O contrato de locação de veículos que ainda estão vigentes poderão continuar sendo executados, mas não serão renovados. Quando anunciou a medida, em dezembro, Doria estimou economizar R$ 120 milhões por ano com a troca da frota de 1,3 mil veículos alugados pelo serviço de transporte por aplicativo..