A remessa continha lotes de armamentos vinculados a processos que já foram concluídos.
A retirada do arsenal é uma antiga aspiração dos juízes. A meta do presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador Paulo Dimas de Bellis Mascaretti, e do corregedor-geral da Justiça, Manoel de Queiroz Pereira Calças, é atingir todos os fóruns do Estado.
As armas terão destinos diversos. As brasonadas e/ou numeradas serão doadas à Polícia Militar e à Polícia Civil; as demais, após conferência, serão colocadas em esteira rolante para serem prensadas e inutilizadas. Concluído esse processo, são encaminhadas a uma indústria metalúrgica para que sejam destruídas em um forno de alta potência.
Os estudos e a logística para a remessa das armas ao Exército estão sendo coordenados pelo desembargador Edison Aparecido Brandão, presidente da Comissão de Segurança Pessoal e de Defesa das Prerrogativas dos Magistrados.
Por questão de segurança, as remoções foram feitas de acordo com o previsto nos Provimentos 18/11 da Corregedoria Geral da Justiça e 1924/11, do Conselho Superior da Magistratura..