A organização tem trabalhado mais diretamente com as prisões brasileiras desde os assassinatos em série no Complexo de Pedrinhas, no Maranhão, em 2013. "A superlotação não ajuda, nem o fato de não existirem agentes suficientes em número, nem qualificados o suficiente para lidar com rebeliões e com o sistema prisional." Para ela, isso abriu espaço para as facções. "Se o Estado estivesse controlando a quantidade de presos, provendo serviços que são necessário, não sei se haveria tanto espaço para as facções."
As informações são do jornal
O Estado de S.