A embaixatriz Françoise de Souza Oliveira, apontada pela polícia como mandante da morte do embaixador da Grécia no Brasil, Kyriankos Amiridis, já está no Complexo Prisional de Bangu. Ela foi transferida no início da manhã deste sábado (31) para a Cadeia Pública Joaquim Ferreira de Souza, unidade feminina, onde também se encontra Adriana Ancelmo, ex-primeira dama do estado do Rio de Janeiro.
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Embaixador grego buscava reaproximação política com Brasil; Temer lamenta morteJustiça decreta prisão de mulher de embaixador, de PM e primoPolícia confirma morte do embaixador da Grécia no BrasilCorpo de embaixador grego foi transportado por mais de 300 km antes de ser carbonizadoHomem mata ex-mulher e ao menos mais 10 na virada do ano em CampinasFormatura no ITA acende debate sobre aceitação de gays em instituições de ensinoO carro que o embaixador dirigia foi encontrado queimado na manhã de quinta-feira (29), embaixo de um viaduto do Arco Metropolitano, em Nova Iguaçu. Dentro, estava o corpo carbonizado do diplomata.
De acordo com o delegado Evaristo Pontes, da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, Amiridis foi morto dentro de sua casa, em Nova Iguaçu, pelo policial militar e depois levado para o carro, enrolado em um tapete, com a ajuda do primo.
Os dois aparecem em gravações de câmeras de segurança, no condomínio do embaixador.
Os três tiveram prisão temporária de 30 dias decretada pela Justiça. Uma quarta pessoa, um mototaxista que levou o PM Moreira até o local onde o carro foi incendiado, está sendo investigado, mas não teve a prisão reequerida.
Conforme o delegado, entre as motivações para o crime pode estar a apropriação de bens e até de seguro de vida do embaixador, mas isto ainda está sendo investigado.
O diplomata estava desaparecido desde a última segunda-feira (26). Amiridis morava em Brasília e passava férias no Rio de Janeiro, onde foi cônsul-geral de 2001 a 2004..