A Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense pediu, nesta sexta-feira (30/12), a prisão preventiva de quatro suspeitos pela morte do embaixador grego no Brasil, Kyriakos Amiridis. Segundo a polícia do Rio de Janeiro, o corpo encontrado carbonizado dentro de um carro é mesmo do diplomata e há fortes indícios de que ele foi morto em um crime passional, do qual participou sua mulher, a brasileira Françoise Amiridis.
Leia Mais
Polícia apura se corpo queimado é de embaixador gregoPolícia diz que carro carbonizado era o mesmo dirigido pelo embaixador gregoMinistério de Relações Exteriores não comenta desaparecimento de embaixadorEmbaixador da Grécia no Brasil está desaparecido, diz polícia do Rio de JaneiroO PM também prestou depoimento, e fontes da polícia dizem que ele teria confessado, envolvendo ainda outras duas pessoas, que seriam os executores da vítima. Uma coletiva de imprensa deve ocorrer ainda hoje para que investigadores deem detalhes do que apuraram até o momento.
Desaparecimento
Françoise procurou a polícia na quarta-feira (28/12), afirmando que o marido estava desaparecido desde a segunda-feira, quando teria saído em um carro alugado sem dizer aonde ia. A partir de então, Kyriakos passou a ser procurado.