O abastecimento de gás na rua do acidente será restabelecido após o término da vistoria. De acordo com a CEG, dos 40 apartamentos do prédio onde houve a explosão, 19 utilizavam gás canalizado fornecido pela concessionária. A companhia também afirmou ter realizado uma varredura na rede de gás do condomínio no dia 21 de dezembro do ano passado, na qual nenhuma anomalia foi detectada.
Uma equipe da Secretaria Municipal de Obras retira parte dos escombros na manhã de quarta-feira. Em frente ao prédio há sofás, mesas, esquadrias e grades de janelas, estantes e armários quebrados. Os moradores poderão entrar no prédio nesta quarta-feira, novamente, para pegar mais objetos pessoais. O edifício continua interditado por tempo indeterminado.
O retorno dos moradores a suas casas vai depender da recuperação do prédio.
No dia do acidente, 39 dos 40 apartamentos do prédio estavam ocupados. Desse total, apenas duas famílias estão em hotéis pagos pela prefeitura. As demais foram acolhidos por parentes. Até a manhã desta quarta-feira, 33 famílias tinham pego o benefício de R$ 1 mil oferecido pela Prefeitura. O valor será pago enquanto os imóveis permanecerem interditados. Não há prazo para o fim da recuperação do prédio. As intervenções dependem da avaliação do abalo estrutural.
Os corpos das vítimas são velados no Cemitério de Irajá, na zona norte do Rio..