De acordo com Mário Reali, secretário adjunto da Habitação, os imóveis notificados podem ser aproveitados para habitação social, por meio da Lei do Consórcio, atendendo à demanda por moradia, além de reduzir custos também em outra ponta. Além do dinheiro do auxílio-aluguel, segundo Reali, a Prefeitura já gastou R$ 700 milhões com desapropriações para habitação. A nova lei, dizem os criadores, permite uma lógica de negócios imobiliários menos dependente do orçamento público..
Lei deve cortar gastos com auxílio-aluguel
São Paulo, 21 - Localizar terrenos e prédios vazios na cidade e devolver esses imóveis ao mercado pode ser uma maneira de reduzir os gastos da Prefeitura com um outro programa social, a Bolsa Aluguel, que já alcança 30 mil famílias na capital. Cada família do programa recebe R$ 400 mensais.
De acordo com Mário Reali, secretário adjunto da Habitação, os imóveis notificados podem ser aproveitados para habitação social, por meio da Lei do Consórcio, atendendo à demanda por moradia, além de reduzir custos também em outra ponta. Além do dinheiro do auxílio-aluguel, segundo Reali, a Prefeitura já gastou R$ 700 milhões com desapropriações para habitação. A nova lei, dizem os criadores, permite uma lógica de negócios imobiliários menos dependente do orçamento público..
De acordo com Mário Reali, secretário adjunto da Habitação, os imóveis notificados podem ser aproveitados para habitação social, por meio da Lei do Consórcio, atendendo à demanda por moradia, além de reduzir custos também em outra ponta. Além do dinheiro do auxílio-aluguel, segundo Reali, a Prefeitura já gastou R$ 700 milhões com desapropriações para habitação. A nova lei, dizem os criadores, permite uma lógica de negócios imobiliários menos dependente do orçamento público..