Como mais da metade dos materiais de ornamentação de carros alegóricos e fantasias, como tecidos, plumas, penas e pedrarias, é importada, o dólar alto fez seu custo final subir muito. Isso levou fornecedores a cancelar encomendas, que vêm de países como a China, ou reposições de estoque. Os carnavalescos precisaram reciclar elementos cênicos usados anteriormente e lançaram mão de insumos alternativos.
Destaque desta noite, a Beija-Flor, que ganhou o campeonato passado com a injeção de R$ 5 milhões a R$ 10 milhões do governo ditatorial da Guiné Equatorial, deverá apresentar-se menos luxuosa do que de costume. A escola vai homenagear o Marquês de Sapucaí (1793-1875), senador, conselheiro do Império e preceptor de d. Pedro II.
A Grande Rio, outra potência deste domingo, vai falar da cidade de Santos.
A noite começa com a Estácio de Sá, que subiu do Grupo de Acesso em 2015 e louva São Jorge. Os Jogos Olímpicos do Rio, em agosto, são o enredo na sequência da União da Ilha. A escola afirma que também não recebeu patrocínio. O mesmo vale para a Unidos da Tijuca, que surgirá falando de Sorriso (MT), cidade considerada a maior produtora individual de soja do mundo.
Já a Mocidade escolheu ir "contra o vento" no enredo sobre Dom Quixote de La Mancha. O personagem desafiará "moinhos" brasileiros, como a corrupção e as dificuldades nas áreas de saúde e educação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo..