Atendendo hoje 5,8 milhões de pessoas na capital e Grande São Paulo, o Guarapiranga opera com 77,3% da capacidade - 0,3 ponto porcentual a menos do que no dia anterior, quando registrava 77,6%. Essa foi a sétima queda seguida do manancial, que já perdeu 1,3 ponto nesse período.
Sobre a região, não choveu nas últimas 24 horas. No entanto, o Guarapiranga já havia superado a média histórica de julho ainda na primeira semana do mês. A pluviometria acumulada é de 64,6 milímetros, enquanto o volume esperado é de 42,1 mm.
Cantareira
Considerado o principal manancial do Estado, o Cantareira caiu pela segunda vez seguida. Os reservatórios que compõem o sistema abastecem 5,2 milhões de pessoas e operam com 19% da capacidade, ante 19,1% no dia anterior.
O índice tradicionalmente divulgado pela Sabesp leva em conta duas cotas de volume morto, de 182,5 bilhões de litros de água e de 105 bilhões, adicionadas no ano passado. A última vez em que o manancial teve aumento no volume represado de água foi no dia 26 de junho, há quase um mês, quando subiu de 19,9% para 20%.
No cálculo negativo do sistema, o Cantareira permanece estável com - 10,2%. Já de acordo com o terceiro índice, o manancial também sofreu baixa de 0,1 e opera com 14,7% da capacidade.