Como internautas haviam prometido nas redes sociais, a Beija-Flor, apesar de também tem uma torcida forte, foi vaiada desde que seu nome foi anunciado pelo locutor do sambódromo, logo no início da noite.
A Portela, que fez um tributo aos 450 anos da cidade do Rio, e era a favorita ao título antes do carnaval, levou seus drones à avenida a despeito da notificação recebida pela Agência Nacional de Aviação Civil. O órgão alertara os dirigentes para o fato de o uso desses equipamentos ser vetado em áreas de grande aglomeração de pessoas.
Três paraquedistas que haviam se apresentado, na segunda-feira de carnaval, antes de a escola passar, dessa vez pousaram na Sapucaí ao fim de sua apresentação. O público tratou a Portela como uma campeã injustiçada pelos jurados, que a penalizaram principalmente nos quesitos evolução, alegorias e adereços e comissão de frente.
O desfile é em ordem decrescente em relação à colocação. Desfilaram Imperatriz, Portela, Unidos da Tijuca, Grande Rio, Salgueiro e Beija-Flor. O sambódromo, que tem capacidade para 70 mil pessoas, estava cheio. O prefeito Eduardo Paes, que é portelense, tocou na bateria; o governador Luiz Fernando Pezão apenas assistiu..