A CPI foi sugerida depois de duas jovens denunciarem, em audiência pública, terem sido estupradas em festas da FMUSP. Depois dos relatos, outros casos começaram a surgir, tanto na USP quanto em outras universidades de Sâo Paulo. O Ministério Público Estadual (MPE) também investiga o caso.
O deputado estadual Adriano Diogo (PT) foi eleito presidente da CPI e o deputado Ulysses Tassinari (PV) será o relator. Os parlamentares decidiram que a CPI continuará seus trabalhos mesmo durante o recesso legislativo. A CPI deveria ter sido instalada ontem, mas houve falta de quórum, com apenas quatro dos nove deputados da Comissão de Direitos Humanos presentes. O reitor da USP, Marco Antonio Zago, foi convidado, mas não será obrigado a prestar depoimento.