Com o apoio de entidades esportivas, o evento teve sinalização feita por funcionários contratados no dia por apoiadores, além de consultoria da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). O projeto-piloto é uma das medidas da universidade para regulamentar a atividade física no câmpus, que recebe cerca de 12 mil corredores todos os sábados. Depois que um ciclista morreu atropelado na USP, a instituição quer rever as regras.
O trajeto contemplou as seguintes vias: Avenidas Professor Mello Moraes, Professor Almeida Prado, Professor Luciano Gualberto e Professor Lineu Prestes, além da Praça do Relógio Solar, Rua da Praça do Relógio e Rua do Anfiteatro. Foram instalados totens no percurso, informando o horário de funcionamento das áreas destinadas ao ciclismo e à caminhada.
Mesmo com as limitações, os ciclistas e corredores mantiveram a rotina e usaram trechos fora do percurso delimitado, em diversas vias da cidade universitária. A USP informou que, conforme as regras forem estabelecidas, deverá iniciar um trabalho educativo.
Em alguns pontos da caminhada, grupos esportivos distribuíam frutas frescas e água aos corredores, enquanto avaliavam o projeto. Para o treinador Edson Oliveira, da assessoria esportiva BK Sports, o percurso ficou limitado.
Dezembro. O treinador Ernani de Siqueira, que vem aos sábados para treinar com uma equipe, disse que a ideia é "excelente", mas precisa de ajustes. Quem aprovou a medida foi o engenheiro Ivan Nogueira, de 54 anos, que usa o espaço há uma década para treinar. "Gostei muito. Assim a gente não fica exposto, são muitos carros e bicicletas", contou. Outro teste deve ocorrer em dezembro. As informações são do jornal
O Estado de S. Paulo..