Com o apoio de entidades esportivas, o evento teve sinalização feita por funcionários contratados no dia por apoiadores, além de contar com a consultoria da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).
O projeto-piloto é uma das medidas da universidade para regulamentar a atividade física no campus, que recebe cerca de 12 mil corredores todos os sábados. Depois que um ciclista morreu atropelado na USP, a instituição quer rever as regras para uso do espaço por atletas.
O trajeto contemplou as seguintes vias: Avenidas Professor Mello Moraes, Professor Almeida Prado, Professor Luciano Gualberto e Professor Lineu Prestes, além da Praça do Relógio Solar, rua da Praça do Relógio e rua do Anfiteatro. Foram instalados totens azuis em todo o percurso, informando o horário de funcionamento das áreas destinadas ao ciclismo - Rua do Matão e Praça do Relógio Solar, das 4h às 6h - e à caminhada e corrida.
Mesmo com as limitações, os ciclistas e corredores mantiveram a rotina e usaram trechos fora do percurso delimitado, em diversas vias da cidade universitária. A USP informou que, conforme as regras forem estabelecidas, deverá iniciar um trabalho educativo para uso adequado do trajeto.
Em alguns pontos da caminhada, grupos esportivos distribuíam frutas frescas e água aos corredores, enquanto avaliavam o projeto. Para o treinador Edson Oliveira, da assessoria esportiva BK Sports, o percurso ficou limitado. "Hoje estava vazio porque choveu, mas imagino que em outros dias isso aqui vai ficar congestionado". O treinador também reclamou do horário.