Foram presos seis acusados de envolvimento com o esquema, entre os quais seguranças, secretárias e uma estudante. Os investigadores suspeitam que um médico participe do esquema, mas não encontraram o profissional enquanto cumpriam os mandados de busca e apreensão.
Integrantes do grupo também vendiam medicamentos abortivos para clientes em diversas cidades do País..