Ela também comentou sobre outras obras que estão no planejamento na companhia, como a ampliação do sistema Rio Grande em 2,2 metros cúbicos por segundo e a interligação entre os reservatórios de Jaguari e Atibainha no volume de 5,1 m3/s, previstos para 2016, além da Parceria Público Privada de São Lourenço, que aumentará em 4,7 metros cúbicos por segundo a capacidade de produção de água tratada para a Região Metropolitana de São Paulo, que deve ser entregue em 2018. Para este mesmo ano, a companhia também pretende aumentar em 2 m3/s o volume de água de reúso. Dilma Pena não informou, entretanto, os valores financeiros envolvidos nessas obras.
A presidente da Sabesp elencou os planos de investimento como parte de uma apresentação feita no início da sessão da CPI para destacar o que a companhia está fazendo para garantir o abastecimento da população em meio à forte crise hídrica por que passa a Grande São Paulo.