O inquérito que apura as circunstâncias do ocorrido foi aberto na 27ª DP, Campo Belo, sob responsabilidade do delegado Marcos Gomes de Moura. A perícia técnica já foi realizada nos destroços dos barracos e casas e poderá apontar o que iniciou o fogo. De acordo com a polícia, ainda não há prazo para que o laudo seja entregue. "Não descarto nenhuma hipótese", disse Moura.
Os primeiros passos da investigação incluem o depoimento de agentes que trabalharam no combate ao incêndio na noite do domingo e madrugada desta segunda. Policiais militares, bombeiros e membros da Defesa Civil serão chamados para relatar o que presenciaram. A polícia confirmou que, entre eles, também será chamado o capitão Palumbo, porta-voz dos bombeiros, para que apresente os indícios ditos à imprensa.
Palumbo disse acreditar em um incêndio criminoso. "Pode ter acontecido algo criminoso ali.
A Polícia Civil também expediu ordem de serviço para agentes irem a campo apurar informações da ocorrência e ouvir moradores. A falha em um hidrante na rua Cristóvão Pereira, nas imediações da favela, também será apurada pela polícia. Esse fator, no entanto, não assumirá grande relevância na investigação, segundo a polícia, já que o objetivo principal do inquérito é esclarecer as causas do incêndio..