Ao reconstituir o roubo passo a passo, a polícia concluiu que o bando tinha informações precisas sobre a quantidade de agentes da segurança privada, horários da troca de equipes e localização das câmeras de segurança e conheciam a rotina de acesso. "As imagens e os primeiros depoimentos indicam que eles tiveram informações privilegiadas e sabiam bem o que estavam fazendo", disse Fernandes. Segundo ele, além dos que ficaram reféns e são considerados vítimas dos bandidos, outros funcionários serão chamados para prestar esclarecimentos. A investigação se estenderá à empresa de segurança que atende a Samsung.
Por fabricar equipamentos com alto valor agregado, a indústria coreana desperta cobiça e é visada por quadrilhas. Em novembro do ano passado, homens armados com fuzil em um carro de luxo abordaram um caminhão que transportava celulares, renderam a escolta e iniciaram o saque da carga. Acionada por um motorista que percebeu a ação, a Polícia Militar deslocou-se até o local, mas os bandidos conseguiram fugir com parte da carga roubada. A polícia concluiu que os bandidos tinham detalhes sobre a rota do caminhão..