Segundo o presidente do Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo (Simpeem), Claudio Fonseca, os professores querem que essa porcentagem seja incorporada ao salário de todos os professores, inclusive os aposentados, e que a Prefeitura atenda também as demandas relativas à segurança no trabalho, às condições estruturais das escolas e a ao aumento da qualidade da educação.
"A proposta da Prefeitura de abono contempla apenas 16 mil de um total de 94 mil profissionais.
A manifestação está prevista para começar as 17h30, e os professores devem caminhar de lá até a sede da Prefeitura, no Vale do Anhangabaú, na região central. "Se a Prefeitura não acatar às demandas, vamos continuar em greve", disse.
Neste momento, os professores já tomam todo o vão livre e a calçada da avenida, até a estação Trianon-Masp, do Metrô. De acordo com o sindicato, a expectativa é reunir neste protesto o mesmo número reunido na quinta-feira passada (15), quando cerca de 8 mil se reuniram. Há um caminhão de som na faixa da direita da Paulista, sentido Consolação, mas não interrompe o trânsito..