O julgamento dos ex-militares no Fórum Lafayette, em Belo Horizonte, teve início na terça-feira, 18. Além dos assassinatos, os ex-policiais também foram condenados pelo júri popular por porte ilegal de armas. A versão da defesa foi a apresentada pelos acusados no dia do crime, de que tio e sobrinho teriam envolvimento com traficantes e teriam atirado na guarnição.
Mas os jurados acataram os argumentos do promotor Francisco Rogério Campos de que os revólveres com numerações raspadas que estavam ao lado do corpo, assim como uma farda da Polícia Militar (PM), pertenciam aos acusados e foram "plantadas" no local. O cabo Fábio de Oliveira também teria participado do crime, mas foi encontrado morto em uma cela dias depois. Os assassinatos levaram a uma série de protestos e terminaram em confrontos entre policiais e moradores, que chegam a atear fogo em veículos..