Uma das alternativas - a captação de água no Vale do Ribeira, região rica em recursos hídricos -, já foi adotada pelo Estado com a construção do sistema produtor de água do São Lourenço, que vai retirar 4,7 mil litros de água por segundo da Represa do França, no Rio Juquiá, e transportar até a estação de tratamento, em Cotia, na Grande São Paulo. A obra começa em abril, com conclusão prevista para 2018. O Rio Juquiá pode ser usado para complementar o abastecimento da região de Sorocaba - incluída na macrometrópole - com a transposição de suas águas para a Represa de Ituparanga, em Ibiúna.
Os estudos prevêem um possível aproveitamento da bacia do Paranapanema, no sudoeste paulista, para abastecer a região de Campinas. Outra possibilidade prevista é a retirada de água do Aquífero Guarani, a uma distância de 140 quilômetros da capital. O secretário lembrou que o governo já autorizou a construção de duas barragens para reforçar o abastecimento das regiões de Campinas e Piracicaba. De acordo com Giriboni, as barragens de Pedreira, no município do mesmo nome, e de Duas Pontes, em Amparo, estão em processo de licenciamento.