O protesto começou por volta das 18h, quando oito policiais civis entraram em dois carros - um cinza e outro preto - na favela para prender dois supostos traficantes. Um deles, menor de idade, fugiu para a comunidade e a polícia entrou à procura do suspeito. Na saída, com os jovens detidos, os moradores começaram a impedir a passagem, atirando pedras, contaram policiais civis.
De acordo com representante da ONG Moinho Vivo, os policiais atiraram para o alto. A polícia teria revistado barracos, o que causou revolta.
Houve tiroteio e tumulto, e os moradores ficaram assustados. A líder comunitária Alessandra Moga mostrou cápsulas de revólveres que teriam sido deflagradas por policiais. Eles saíram do carro à paisana, começaram a atirar e revistar barracos.
Segundo a PM, cerca de 100 pessoas, e não 400 conforme noticiado ontem, participaram do protesto..