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Trabalhador rural baleado durante ocupação pode ficar paraplégicoEstudante que escapou do massacre corre o risco de ficar paraplégicaAlerj vai convocar envolvidos na morte de recruta em centro de treinamento da PMEle deveria se passar por um bandido e recebeu a orientação de tentar tomar a arma do soldado que o revistava. Enquanto era examinado pelo colega de farda, Saul ficou sob a mira da pistola de outro militar. Saul aproveitou uma distração do policial e tentou imobilizá-lo. O soldado que dava cobertura atirou. Para o desespero de todos, a arma dele estava carregada, contrariando as regras do curso.
O tenente que chefiava a operação foi acusado de negligência, uma vez que não conferiu o armamento (leia quadro). Saul lembra que, antes de todos entrarem na área reservada ao curso, revistou as armas. “Eu ia ficar na linha de tiro e tive o cuidado de conferir uma por uma”, contou. Porém, o soldado que efetuou o disparo pediu para sair no meio da instrução a fim de comprar um remédio para dor de cabeça. Ao deixar o local, carregou a pistola. Quando voltou, esqueceu de retirar a munição. O oficial que coordenava a ação também não verificou o armamento novamente.