O delegado seccional João Osinski Júnior, diretor do departamento de Polícia Judiciária do Interior (Deinter-3) afirmou nesta segunda-feira (11/11) que o menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, pode ter sido vítima de excesso de insulina.
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Depoimento reforça suspeita contra padrasto de JoaquimImagem reforça suspeita sobre padrasto em crimeMãe e padrasto são impedidos de ir a velório de JoaquimMãe de Joaquim prestará novo depoimento nesta quinta-feiraInvestigações continuam e padrasto de Joaquim deve ser ouvido hoje em SPA mãe do garoto, Natália Ponte, e o padrasto , Guilherme Longo estão presos por suspeita de envolvimento na morte do menino. A polícia já havia descartado anteriormente que ele tenha morrido depois de ser jogado no rio, pois exames preliminares do IML, mostraram não haver água nos pulmões da criança.
Depois da confirmação da morte no último domingo (10/11) os investigadores fizeram pedido de prisão, acatado pelo juiz Cássio Ortega de Andrade. Joaquim foi encontrado morto no último domingo (10/11), boiando no Rio Pardo, em Barretos (SP), a 121 km da casa da família em Ribeirão Preto (SP), de onde ele havia desaparecido, na madrugada de terça-feira (5/11).
Com a notícia de que o corpo havia sido encontrado, moradores da cidade cercaram a casa da família e ameaçaram Guilherme Longo, que nega ser o autor do crime. O suspeito, que admitiu ser viciado em cocaína, teve de passar o dia escoltado. Após ter a prisão decretada, ele foi levado para um batalhão da Polícia Militar. O corpo foi enterrado na tarde desta segunda-feira (11/11), no cemitério municipal de São Joaquim da Barra (SP).