A categoria também reivindica a regulamentação da guarda portuária, o reenquadramento dos funcionários ativos e aposentados, o pagamento de horas extras em feriados e mudanças nos critérios de concessão das promoções. “Não usaram o percentual que tem que usar para isso”, alega Giannetto.
Além disso, segundo ele, as condições de trabalho são precárias. “A empresa não dá as condições de trabalhar. Se a gente utilizar como tem que ser feita toda a fiscalização dos portões, dá um nó na cidade. Lá em Itaguaí, fizeram uma operação-padrão, fazendo exatamente o que o código manda fazer, está tendo engarrafamento. Nós tivemos 100% de adesão, parou totalmente”.
A Docas tem cerca de mil funcionários e é responsável pela operação dos portos do Rio de Janeiro, de Itaguaí, Angra dos Reis e de Niterói. Amanhã (8), o trabalho volta ao normal e na próxima terça-feira (12) haverá nova assembleia para decidir os rumos do movimento e avaliar uma possível greve por tempo indeterminado.
A Companhia Docas foi procurada pela Agência Brasil para se manifestar. Foi informado à reportagem que não há expediente hoje por causa da paralisação.