Uma testemunha chegou ao local, no barracão da carvoaria, e viu a vítima deitada em uma cama e ensanguentada e o suspeito - embriagado, em outra. Indagado sobre o que teria ocorrido, contou ter matado o patrão. A polícia foi chamada, mas antes de chegar Barbosa ainda desferiu vários outros golpes na nuca do desafeto com a parte do machado contrária ao corte, a ponto de esfacelar seu cérebro. Segundo ele, para se certificar da morte.
Testemunhas contaram que o dono da carvoaria, que mantinha a empresa em sociedade com outra pessoa, era uma pessoa muito calma e que a versão do tapa não procede. O autor foi preso em flagrante, enquanto que o corpo foi mandado para o IML (Instituto Médico Legal) e em seguida liberado para sepultamento.