A operação tinha sido avisada com antecedência, como ocorreu na ocupação de outras favelas para a instalação das UPPs. "A ação foi tranquila e a situação é calma. Policiais já vinham atuando desde o dia 20 na região de forma incisiva. O receio é sobre o que pode acontecer daqui pra frente, porque já vimos que os problemas não se dão durante a ocupação, mas depois", disse o advogado Marcelo Chalréo, presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro (OAB/RJ).
"Outra questão é que não basta entrar só com a polícia", acrescentou o representante da OAB. Logo após a ocupação policial, agentes de venda da operadora de TV por satélite Sky chegaram à favela para vender pacotes de TV por assinatura. Está prevista para o fim da manhã uma coletiva de imprensa do governador Sergio Cabral (PMDB-RJ) e do secretario de Segurança, José Mariano Beltrame, para comentar os resultados da operação.