Apesar desse sistema restrito de troca de informações, Rosângela acredita que a filha esteja bem. "Pelas fotos dá pra ver que ela está bem fisicamente. E na cabecinha dela também, porque ela sabe o que quer e acredita no ativismo que faz", comenta orgulhosa. Quando não está viajando com o Greenpeace, o que ocorre durante três meses ao ano, Ana Paula vive com a mãe.
Segundo Rosângela, esse não é o primeiro problema sério que a filha enfrenta na sua vida de ativista. Entretanto, é o mais grave. "Ela já passou por outros momentos de aflição, mas quando eu fiquei sabendo, ela já estava solta. Ela foi detida no Caribe entre 2006 e 2007, quando participava de uma ação a favor das baleias."