Em São Paulo, a quantidade de atendimentos caiu 32% nos dois aeroportos: foram 2,8 mil atendimentos (entre orientações e reclamações) no primeiro semestre deste ano, ante 4,2 mil nos seis primeiros meses do ano passado. Os passageiros podem procurar os juizados em busca de uma conciliação com as companhias após terem tido algum problema com a viagem. Os números, porém, mostram que nem sempre isso dá retorno. Somente 16% dos casos, somados os dois aeroportos, tiveram acordo entre empresa aérea e passageiro.
As principais queixas tanto em Congonhas quanto em Cumbica são a falta de informação e de assistência prestada pelas companhias aéreas, que somam 64% das reclamações em Congonhas e 45% em Cumbica. O terceiro maior problema é com atraso de voo em Cumbica (10% das reclamações). Já em Congonhas, cancelamento de voo (7%) e problemas com bagagem (7%) estão empatados em terceiro lugar.