Na Praça Roosevelt, no centro da capital, ocorre um protesto contra o Projeto da "Cura Gay", onde há mil pessoas. De acordo com a Polícia Militar, também há concentração de cerca de 400 ativistas, na Praça da Independência, no bairro Ipiranga, zona sul da cidade. Outro ponto com manifestações é a Praça Sílvio Romero, no Tatuapé, na zona leste, que tem cerca de 300 pessoas protestando.
Há o registro de protestos na Praça Moça, com 500 pessoas, no centro de Diadema, 300 pessoas na estação de trem de Mauá (SP) e 200 pessoas na Praça IV Centenário, em Santo André (SP).
As manifestações hoje em São Paulo não foram convocadas pelo Movimento Passe Livre (MPL). O MPL vinha organizando os atos pela revogação do aumento da tarifa do transporte público na capital paulista desde o dia 6, reivindicação atendida pelos governos estadual e municipal na última quarta-feira.
Na manifestação de ontem, que contou com 100 mil pessoas, convocada pelo movimento para comemorar a redução das passagens, houve interferência de grupos trazendo pautas conservadoras, como definiu Douglas Belome, militante do MPL. Segundo ele, manifestantes com reivindicações como a redução da maioridade penal fizeram o Passe Livre, que existe desde 2005, desistir dos atos de rua na cidade de São Paulo.