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Menor é detido por assassinato na Virada CulturalEstado e Prefeitura analisarão dados de crimes na ViradaSão Paulo teve a Virada Cultural mais violentaVirada Inclusiva tem atividades em mais de 50 municípios de São PauloFeira no centro de São Paulo tem produtos para o público gayNa festa de fim de ano, durante o show do réveillon, também na Avenida Paulista, a PM organiza e controla o fluxo de frequentadores, com bloqueios que permitem a revista para barrar a entrada de instrumentos como guarda-chuvas.
A possibilidade de controlar a chegada e a saída do público é considerada uma facilidade para o policiamento da Parada. Outra vantagem do evento gay é que não é realizado durante a madrugada como ocorre com a Virada. Os furtos e roubos do evento cultural se concentraram entre 2h30 e 5 horas.
O Comando-Geral da PM, no entanto, informou nesta segunda-feira que o policiamento do evento gay ainda não havia sido definido, o que deve acontecer na terça-feira, 28, depois de uma exposição a ser feita pelos organizadores da Parada Gay para explicar aos policiais como lidar com o público da festa.
Negociação
Segundo a Associação da Parada do Orgulho GLBT (Apoglbt), que organiza a passeata na capital, encontros feitos na quarta e quinta-feira da semana passada com o comandante da PM no Centro, coronel Reinaldo Rossi, e com representantes da Prefeitura definiram um aumento no efetivo de policiais militares e guardas-civis metropolitanos na Parada deste ano.
O número de policiais vai crescer: serão 1.800 agentes contra 1.200 da previsão inicial. Os GCMs passarão de 500 para 900 agentes. O Comando da PM não confirmou o efetivo e disse que hoje deve anunciar os planos de policiamento.