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Policiais suspeitos de execuções em São Paulo são presosPreso suspeito de executar quatro pessoas no RioMais três policiais são presos por envolvimento em execução em SPMortos em ataque teriam sido executados no RioQuestionado se o seu governo tem conhecimento de algum grupo de extermínio dentro da Polícia Militar, o tucano declarou que não. "O que nós temos é uma corregedoria, que é a maior do País, e que está permanentemente trabalhando." O dirigente disse ainda que a Corregedoria da PM apura desvios de conduta da corporação, que tem 96 mil agentes, e que, em caso de irregularidades, "a punição é rigorosa".
Alckmin afirmou ainda, durante evento em Jundiaí, no interior paulista, que a expulsão de PMs envolvidos em crimes é rápida. "Antes demorava anos e anos para você concluir o processo e tirar o mau policial. Agora, a gente faz isso em meses."
Guarulhos
Reportagem publicada pelo jornal O Estado de S.Paulo nesta quarta-feira, 24, mostra que PMs também podem estar envolvidos em execuções em Guarulhos, na Grande São Paulo. Agentes da corporação são os principais suspeitos de ter matado 35 pessoas e ferido outras 17 na cidade desde junho. A onda de crimes na cidade começou no auge dos ataques do Primeiro Comando da Capital (PCC) contra a polícia.
Segundo investigações da Polícia Civil, homens do 31.º e do 44.º Batalhões da PM se uniram em uma vingança que atingiu criminosos, frequentadores de pontos de venda de drogas, vizinhos de bandidos e mesmo quem, por acidente, estava na hora e no lugar errados. Nem mesmo crianças escaparam.
A atuação do grupo responderia por 23 execuções do dia 23 de junho até agora. Nesses crimes, morreram 21% das vítimas de assassinatos da cidade.