"Serão grandes obras referentes a infraestrutura do sistema de esgoto nesses locais. Realizaremos a construção de um tronco coletor e de algumas elevatórias, que terão capacidade para bombear 1.100 litros de esgoto por segundo, queremos que a região passe a receber o tratamento e a destinação de resíduos adequados", disse o presidente da Cedae, Wagner Victer.
De acordo com Victer, a companhia vem investindo bastante em obras de infraestrutura das redes de esgoto nos últimos anos, como o emissário submarino em 2007, e a estação de tratamentos de esgotos da Barra da Tijuca em 2009. Ele admitiu que as obras poderão causar transtornos para os motoristas, com a interdição de ruas, mas não comentou sobre desapropriações.
"Nos últimos cinco anos, foram inauguradas 15 estações elevatórias de esgoto na região. Essas obras foram muito importantes pois nos deram suporte para poder fazer agora esse complemento que atinge toda região. Em 2007, 100% dos resíduos produzidos ainda eram lançados nos rios e canais. Com o trabalho da Cedae, agora podemos oferecer um serviço de qualidade que trata devidamente esses resíduos".