Segundo a Polícia Civil, que chegou ao suspeito após quebrar o sigilo telefônico da vítima, Abreu é aliado de traficantes de uma comunidade situada nas imediações do acampamento e pretendia assumir a liderança do MST na região, substituindo Santos.
A pedido da Polícia Civil, a Justiça decretou a prisão temporária de Abreu por 30 dias. Santos foi morto com dez tiros, que o atingiram na cabeça e no peito, quando passava por uma estrada vicinal. Ele havia participado de uma reunião no acampamento e estava voltando para sua casa, na cidade.