A gerente de produtos paulistana Luciana Alvarenga, de 31 anos, conta que chegou a Maresias por volta das 11h no sábado, dia 5, e não conseguiu estender sua esteira, pois toda a areia estava ocupada por cadeiras vazias de um hotel. "Acho um absurdo fecharem o trecho da praia com cadeiras sem ninguém." Ela disse que conseguiu um lugar ao sol a 50 metros do local. "Mas, para chegar lá, tive de caminhar pela beira do mar." Alguns bares e restaurantes fincam placas na areia com números para identificar seus clientes.
Um dos restaurantes de Maresias nega que disponha cadeiras na praia para reservá-las aos clientes. "Apenas colocamos na areia à medida que os clientes vão chegando", disse Aline de Lima Azevedo, gerente do Badauê. O Maresias Beach Hotel, também alvo de reclamações dos banhistas, não retornou os contatos da reportagem.