Jornal Estado de Minas

Ipê branco florido chama atenção de moradores de Brasília

Correio Braziliense
- Foto: Aline Bravim/CB/D.A Press
Quem passa pela Estrada Parque Guará em direção ao Lago Sul, em Brasília, encontra ali, bem do lado da pista que dá acesso ao Eixão, a nova estrela da cidade. É difícil passar pelo local sem ver dois ou três carros parados enquanto seus ocupantes tiram fotos do ipê branco que está enchendo de beleza a paisagem brasiliense.
Os ipês, marca registrada do cerrado do Distrito Federal, garantem um visual sempre colorido. A árvore, que existe nas mais variadas cores, é incansável. Durante todo o ano podemos ver suas flores. Nos primeiros seis meses, durante o verão, florescem espécies menos conhecidas, o verde e o negro. Entre maio e setembro, o ipê-roxo aparece, seguido pelo amarelo. O ciclo termina com o rosa e o branco, para recomeçar no ano seguinte.

Atualmente, uma lei protege as árvores do cerrado. O decreto número 14.783, de junho de 1993, definiu que algumas das espécimes nativas do cerrado devem ficar tombadas pelo patrimônio ecológico do DF. Árvores como o ipê, a copaíba e o jacarandá não podem ser cortadas. Para cada árvore cortada, é necessário o plantio de outras 30 mudas.