Em seguida, Patiño destacou a necessidade de consolidar as parcerias regionais em busca da unidade e do fortalecimento da América Latina como um todo. “A América Latina está dando mostras de que é possível crescer permanentemente e melhorar os indicadores sociais e ambientais, construindo novos paradigmas”, disse o chanceler do Equador. “A união dos nossos países é fundamental.” Para ele, os exemplos dados pelos governo latino-americanos se baseiam na associação do crescimento econômico com melhoria das condições de vida por meio da inclusão social.
Patriota e Patiño conversaram também sobre parcerias nas áreas de ciência, tecnologia, inovação, educação e infraestrutura, além de política regional. Para Patiño, o Brasil pode cooperar no projeto de construção da Refinaria do Pacífico, orçada em US$ 10 bilhões. Segundo ele, projeto ainda está na fase de busca de investidores. O principal deve ser o governo da China.
De 2004 a 2011, o intercâmbio comercial entre Brasil e Equador praticamente dobrou, passando de US$ 575 milhões para pouco mais de US$ 1 bilhão. Patriota acrescentou ainda que o governo do Brasil confia na economia equatoriana que, no ano passado, registrou crescimento de 7,8% .