NEGRAS Além do risco à saúde, o governo passa a considerar gestantes de risco as mulheres negras, com desestruturação social, vício em drogas ou extrema pobreza. Frente a feministas presentes, Padilha defendeu a polêmica Medida Provisória (MP) 557, que cria o cadastro obrigatório de gestantes e o pagamento de R$ 50 como auxílio-transporte e garantiu que os dados sobre as mulheres serão mantidos em sigilo.
Governo vai oferecer teste gratuito de anemia falciforme a gestantes
O governo federal também vai financiar, dentro do programa Rede Cegonha, testes rápidos para detecção da gravidez e da sífilis
Brasília – Em evento de comemoração ao Dia Internacional da Mulher, o Ministério da Saúde informou que, por meio do programa Rede Cegonha, vai passar a custear exames que detectam a anemia falciforme nas gestantes. “Alguns municípios faziam por conta própria, agora o ministério coloca mais R$ 5 dentro de um pacote de exames do Rede Cegonha para que os municípios possam garantir esse exame universalmente para todas as gestantes que façam o pré-Natal”, afirmou ontem o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Na anemia falciforme, os glóbulos vermelhos, normalmente redondos, assumem a forma de foice e se tornam rígidos. Isso obstrui as artérias e eleva o risco de trombose e AVC, além de causar dores, anemia e pneumonias. O governo federal também vai financiar, dentro desse programa, testes rápidos para detecção da gravidez e da sífilis. Padilha ainda detalhou o conceito de gestante de alto risco que será levado em conta para o acompanhamento mais próximo da gestante.
NEGRAS Além do risco à saúde, o governo passa a considerar gestantes de risco as mulheres negras, com desestruturação social, vício em drogas ou extrema pobreza. Frente a feministas presentes, Padilha defendeu a polêmica Medida Provisória (MP) 557, que cria o cadastro obrigatório de gestantes e o pagamento de R$ 50 como auxílio-transporte e garantiu que os dados sobre as mulheres serão mantidos em sigilo.
NEGRAS Além do risco à saúde, o governo passa a considerar gestantes de risco as mulheres negras, com desestruturação social, vício em drogas ou extrema pobreza. Frente a feministas presentes, Padilha defendeu a polêmica Medida Provisória (MP) 557, que cria o cadastro obrigatório de gestantes e o pagamento de R$ 50 como auxílio-transporte e garantiu que os dados sobre as mulheres serão mantidos em sigilo.