Em nota, o hospital garante que se trata de um vírus de menor impacto para causar pandemias e, portanto, "gostaríamos de salientar que a população deva sentir-se tranquila, pois o risco de contágio por este vírus fica circunscrito a um espaço físico restrito".
À exceção de Fabiana, cuja causa do óbito será elucidada em um exame necrológico ainda em elaboração, todos os demais pacientes atendidos tiveram uma evolução favorável, de acordo com a nota.
Os laudos definitivos e todas as demais medidas cabíveis serão conduzidas pelas autoridades sanitárias e pelo Ministério da Saúde, segundo a nota, que diz que o Hospital Ana Costa permanece à disposição "para atendimento de seus clientes e outros esclarecimentos que se façam necessários".