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Segundo os bombeiros, alguns corpos podem ter sido levados, equivocadamente, junto com os destroços para o depósito da Companhia de Limpeza Urbana (Comlurb).
O pedido à Justiça foi feito por advogados do escritório Blatter e Galvão, que funcionava no 13° andar de um dos prédios que desabaram. Ana Betiza, advogada do escritório, disse que há um descaso das autoridades com relação à guarda dos pertences.
“Há um desencontro de informações e um descaso total das autoridades. Não só em relação aos pertences, como também a alguns corpos, que estavam sumidos. A verdade é essa”, disse.
Advogados do escritório decidiram criar a Associação de Vítimas da 13 de Maio (nome da rua onde ficavam os prédios que desabaram), que deve acompanhar os trabalhos de triagem dos entulhos.