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Paralelamente, a prefeitura do Rio informou, em nota oficial, que o depósito da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) está sendo supervisionado por policiais militares e câmeras. A ideia é evitar o furto de objetos retirados dos escombros e levados para o local. De acordo com a prefeitura, após a conclusão do trabalho do Corpo de Bombeiros e da perícia técnica, será contratada uma empresa que ficará responsável por fazer a separação dos bens materiais que estão em meio aos escombros.
No fim de semana, foram flagradas pessoas retirando objetos dos escombros que estavam no depósito. Pelo comunicado da prefeitura, a Procuradoria Geral do Município e a Polícia Civil adotarão todas as medidas possíveis para que o processo de separação seja acompanhado pelos proprietários a fim de que os bens sejam identificados e depois liberados pelas autoridades policiais.
Policiais investigam as causas dos desabamentos. A suspeita mais provável, segundo os investigadores, é que uma obra no no 9º andar do prédio mais alto (de 20 andares) tenha provocado o acidente. A obra, de acordo com as informações preliminares, não era supervisionada por um profissional qualificado.
Os desabamentos ocorreram no dia 25 à noite e atingiram três prédios antigos da região central do Rio. Os edifícios que desabaram tinha 20, 10 e quatro andares. O menor deles estava entre os outros dois. Inicialmente, um grupo de 80 homens do Corpo de Bombeiros, com o apoio da Polícia Militar e da Defesa Civil, trabalharam na área. Nesse domingo, o grupo foi reduzido a 40 homens.