Uma grande parede do edifício Liberdade ficou em pé e só será demolida posteriormente, para que os trabalhos dos bombeiros não cessem, apesar do perigo de desmoronamento.
Mais cedo, o secretário estadual de Defesa Civil e comandante do Corpo de Bombeiros, Sergio Simões, admitiu que não há mais esperança de que sejam encontrados sobreviventes no local. “Embora a cultura do Corpo de Bombeiros seja movida pela esperança, pela motivação, em razão do cenário que a gente está verificando e pelo tempo passado do acidente, eu preciso dizer que a gente não trabalha mais com a possibilidade de sobreviventes”, disse.