Os corpos das vítimas encontradas nos escombros após o desabamentos de dois prédios e um sobrado no centro do Rio de Janeiro passam neste momento pela papiloscopia, processo de identificação humana por meio das impressões digitais. Se for necessário, o Instituto Médico Legal tentará outro procedimento, por meio do DNA das vítimas. Ainda não há previsão do tempo que será gasto nesses processos, já que a identificação também depende do estado do corpo.
Dos três corpos que foram encaminhados nesta quinta-feira para o Instituto Médico-Legal (IML), um já foi identificado. Moisés Moraes da Silva foi reconhecido por uma prima. Ela informou que o homem trabalhava como catador de papéis e estava na porta de um dos prédios que desabaram na Avenida 13 de Maio. - Foto: Há informações, ainda não confirmadas, de que um dos porteiros, chamado Cornélio, está entre os mortos. Através do twitter, um homem que teria saído do prédio minutos antes do desabamento também destaca a informação.
Os desabamentos, que ocorreram nessa quarta-feira à noite, envolveram três prédios antigos da região central. Os edifícios tinham 20, 10 e quatro andares. Mais de 40 agentes da Defesa Civil e Secretaria Municipal de Saúde estão na região. Ele trabalham com o suporte de quatro ambulâncias para remoção das vítimas.
Policiais investigam as causas dos desabamentos. A suspeita mais provável é de colapso nas estruturas dos prédios, devido a falhas em projeções de obras que estavam sendo feitas em um dos prédios. A possibilidade de vazamento de gás nos edifícios foi descartada. O trabalho é dificultado pela poeira e a sujeira na região.
Dos três corpos que foram encaminhados nesta quinta-feira para o Instituto Médico-Legal (IML), um já foi identificado. Moisés Moraes da Silva foi reconhecido por uma prima. Ela informou que o homem trabalhava como catador de papéis e estava na porta de um dos prédios que desabaram na Avenida 13 de Maio.
Os desabamentos, que ocorreram nessa quarta-feira à noite, envolveram três prédios antigos da região central. Os edifícios tinham 20, 10 e quatro andares. Mais de 40 agentes da Defesa Civil e Secretaria Municipal de Saúde estão na região. Ele trabalham com o suporte de quatro ambulâncias para remoção das vítimas.
Policiais investigam as causas dos desabamentos. A suspeita mais provável é de colapso nas estruturas dos prédios, devido a falhas em projeções de obras que estavam sendo feitas em um dos prédios. A possibilidade de vazamento de gás nos edifícios foi descartada. O trabalho é dificultado pela poeira e a sujeira na região.