Segundo Poffo, uma das vantagens da cirurgia robótica é evitar abrir o peito do paciente, como nas cirurgias tradicionais. Na cirurgia robótica, são feitas quatro incisões de um centímetro cada ao lado esquerdo do peito, por onde passam uma microcâmera, afastadores, pinças e outros instrumentos.
Primeira cirurgia feita por robô da América Latina é de ponte de safena
Médicos do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, realizaram nessa terça-feira a primeira cirurgia da América Latina de revascularização do miocárdio – popularmente chamada de “ponte de safena” – totalmente por meio de um robô. Há pouco mais de um ano, a mesma equipe de cirurgiões fez a primeira troca de válvula cardíaca também totalmente robotizada – cirurgia menos complexa do que a revascularização. O paciente operado é Alvacir Percival Silveira, de 49 anos, de Joinville (SC). Silveira sofreu um enfarte em novembro e não se recuperou com medicamentos. Passou a apresentar insuficiência coronariana – cansaço aos mínimos esforços – já que estava com uma das artérias quase totalmente comprometida. Por isso, tinha indicação cirúrgica. A operação – que evitou um corte de 25 cm no peito do paciente – foi comandada “a distância” pelo cirurgião Robinson Poffo, que manipulou os braços do robô em um console longe do paciente, por meio de joysticks.
Segundo Poffo, uma das vantagens da cirurgia robótica é evitar abrir o peito do paciente, como nas cirurgias tradicionais. Na cirurgia robótica, são feitas quatro incisões de um centímetro cada ao lado esquerdo do peito, por onde passam uma microcâmera, afastadores, pinças e outros instrumentos.
Segundo Poffo, uma das vantagens da cirurgia robótica é evitar abrir o peito do paciente, como nas cirurgias tradicionais. Na cirurgia robótica, são feitas quatro incisões de um centímetro cada ao lado esquerdo do peito, por onde passam uma microcâmera, afastadores, pinças e outros instrumentos.