No Rio de Janeiro, cidade sede do evento no Brasil, serão apagadas as luzes do Cristo Redentor, dos Arcos da Lapa, da orla da Praia de Copacabana. Às 20h30, na Lapa, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e o prefeito do Rio, Eduardo Paes, vão desligar simbolicamente as luzes da cidade para dar início à participação do Brasil na mobilização global.
Na Bahia, participarão o Tribunal de Justiça do estado, o Palácio Thomé de Souza, o Elevador Lacerda, as estátuas dos Orixás no Dique do Tororó, a Praça Castro Alves, a estátua do Cristo e o Farol da Barra.
Já em Brasília, ficarão no escuro na noite deste sábado o Palácio do Buriti e Anexo, o Memorial JK, o Teatro Nacional, a Catedral, o Museu do Índio, o Complexo Cultural da República e a Ponte JK.
A superintendente do WWF Brasil, Regina Cavini, lembra que a Hora do Planeta é um ato simbólico para alertar para os impactos do aquecimento global e os desafios globais para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, que agravam o problema.
“É uma hora para mobilização em prol do planeta, para fazer uma reflexão sobre a relação com a natureza, com os hábitos de consumo, sobre o que é possível pode fazer pra mudar. A humanidade tem um longo caminho ainda a ser seguido, de controlar as emissões de gases de efeito estufa”, disse.
Além do apagar de luzes por uma hora, a campanha quer estimular mudanças de hábito e a mobilização permanente de cidades e organizações por medidas sustentáveis, como a coleta seletiva de lixo e o uso de transportes menos poluentes. “É um movimento de engajamento bastante amplo, para dizer sim a um planeta mais sustentável”, acrescenta Regina.
No Brasil, o primeiro minuto da Hora do Planeta será de silêncio, em homenagem às vítimas do terremoto e do tsunami que atingiram o Japão e às famílias atingidas pelas enchentes no Rio de Janeiro e em outros estados.