
Do resgate dos mineiros chilenos aos conflitos no Oriente Médio, passando pelo sucesso do filme Cisne Negro e pela eleição da primeira mulher presidente do Brasil, os principais temas do noticiário viraram fantasias nos blocos de rua da cidade do Rio de Janeiro.
No Sassaricando, um grupo de amigos fazia sucesso como opositores do regime da Líbia, empunhando o cartaz “Fora Khadafi!”.
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Beatles, polcas e maxixes também entram no samba dos blocos do Rio de JaneiroNo Rio, desfiles de blocos já deixaram 360 toneladas de lixo nas ruas“Também foi uma espécie de homenagem às mulheres do mundo árabe que também estão pintando o rosto e lutando pela democracia. Isso foi o que mais me mobilizou”, contou.
No Centrão Vai Virar Mar, a jornalista Luciana Paschoal e uma amiga estavam de mineiras chilenas, lembrando a saga dos operários que ficaram presos por mais de dois meses em uma mina no Chile.
“Todo mundo acompanhou as notícias daquele resgate. Era algo recente e achamos que seria divertido. Além disso, só precisamos do colete e do capacete, então é tranquilo de usar no calor do Rio”, destacou.