De acordo com Sêga, a polícia descobriu que o carro foi roubado em agosto do ano passado em Marialva, na mesma região. "Foi adulterado o chassi e feita uma documentação fria. Foi clonado outro veículo em Maringá", informou. "Ele (Troian) alega que comprou de uma pessoa em Maringá, cujo nome não se lembra." O delegado disse que aguarda os documentos que comprovem a versão do ex-deputado. "Senão, há a possibilidade de indiciamento também pelo crime de receptação e, eventualmente, por adulteração de chassi.
O advogado Rogério Carboni, um dos que defendem Troian, disse que ele ficou por cerca de oito a dez minutos no local do acidente, quando começaram a chegar as ambulâncias para prestar socorro às vítimas. "Isso o tranquilizou e ele foi para a casa dele, porque ficou abalado", disse o advogado. Segundo Carboni, o ex-deputado comprou o carro em fevereiro deste ano, sem saber que se tratava de veículo roubado.