"Em 26 de julho, foram destruídos 36 mísseis de cruzeiro do inimigo", escreveu no Telegram Mykola Oleshchuk, comandante da Força Aérea Ucraniana.
O comando militar não especificou se os mísseis russos atingiram seu alvo durante o ataque, mas o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, afirmou depois que "alguns mísseis" realmente o fizeram.
Zelensky também destacou que os sistemas de defesa antiaérea, a maioria deles de países ocidentais, haviam feito "um excelente trabalho".
As forças ucranianas já haviam interceptado três mísseis Kalibr e 33 mísseis X-101 e X-555 durante a tarde, informou a Força Aérea.
Os mísseis foram lançados a partir de oito bombardeiros estratégicos russos Tu-95, que sobrevoavam o sudeste do território e seguiam em direção ao oeste, "mudando constantemente de direção", de acordo com a mesma fonte.
O exército também mencionou outro ataque russo com caças MiG-31, nos quais foram lançados quatro mísseis hipersônicos Kinzhal, particularmente difíceis de interceptar.
O ataque ocorreu na província de Khmelnytski, no oeste da Ucrânia.
Desde duas semanas atrás, a Rússia, que invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022, tem multiplicado seus bombardeios contra a ex-república soviética, principalmente contra as infraestruturas de exportação de grãos no porto de Odessa, às margens do Mar Negro.